Durée  8 hours 48 minutes

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Publié 3 mars 2019

Recorded mars 2019

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4,4
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17,62 km

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près de Covas do Monte, Viseu (Portugal)

- Trilho circular, sem marcações, com início e fim na aldeia de Regoufe;
- Este trilho desenvolve-se por caminhos e trilhos de pé posto da serra da Arada, passando pelo Portal do Inferno, aldeia de Drave e lugar do Pêgo. Cruza também a ribeira de Regoufe, ribeira de Palhais, ribeirinho e ribeiro da Bouça, ribeiro de Drave e rio Paivô;
- Pontualmente, cruza-se e coincide com os PR14 "A aldeia mágica", com o PR13 "Na senda do Paivô" e também com o trilho do Sol (não identificado);
- Trilho de uma beleza paisagística deslumbrante. No entanto, com características difíceis do ponto de vista físico, pois é muito exigente, quer pelos acentuados declives que se tem que transpor, quer pela exigência técnica dos vários caminhos de pé posto que percorre.
- Se for realizado nos meses estivais, é altamente recomendável desfrutar de uns belos banhos nas inúmeras lagoas da ribeira de Palhais e do rio Drave, onde as águas límpidas e cristalinas são um convite irrecusável. Para além disso, parar para comer e descansar em Drave é mesmo obrigatório. Esta aldeia mítica necessita de tempo para ser usufruída e visitada, respirar o ar puro deste local paradisíaco e perceber que, ao contrário do que pensamos, o tempo aqui é mesmo muito relativo!!!

AVISO: vários troços deste trilho apenas podem ser realizados com tempo seco, pois as características do terreno tornam-no extremamente perigoso se este estiver molhado. Outro fator a ter em conta é a constante exposição solar que, em dias muito quentes, será um fator determinante para a conclusão com êxito deste lindíssimo trilho.

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PR 14 - A ALDEIA MÁGICA
Drave é a verdadeira «aldeia mágica», e a única forma de chegar até lá é, precisamente, através deste percurso. Aparentemente perdida na montanha, sem habitantes, atravessada pela ribeira de Palhais, tudo aqui se aproxima do estado puro e intocável. O percurso começa em Regoufe, cujas histórias vai querer desvendar.
Altitude: Minas de Regoufe (670m)> Regoufe (600m)> Mato de Belide (720m)> Drave (600m)
Época aconselhada: Todo o ano
Geossítios: G22 – Complexo mineiro da Poça da Cadela (Regoufe)
Outros pontos de interesse: Aldeias de Regoufe e Drave, “Solar dos Martins” e Ribeira de Palhais.

PR 13 - NA SENDA DO PAIVÔ
Caminhar «na senda do Paivô» sem se deixar encantar pela envolvente da ribeira de Regoufe e pelo rio Paivô. Ao longo dos cursos de água, contam-se histórias do minério, especialmente as vividas nas proximidades da exploração inglesa, em Regoufe. Mas Covelo de Paivô também merece um retrato e, em dias propícios, o rio merece um mergulho.
Altitude: Minas de Regoufe (670m)> Regoufe (600m)> Covelo de Paivô (350m)
Época aconselhada: Todo o ano
Geossítios: G22 – Complexo mineiro da Poça da Cadela (Regoufe)
Outros pontos de interesse: Aldeias de Regoufe e Covelo de Paivô, Praia fluvial de Covelo de Paivô.

SERRA DA FREITA
A serra da Freita faz parte do Maciço da Gralheira, juntamente com a serra da Arada (1.057 metros) e do Arestal (830 metros). Alguns dos seus cumes ultrapassam os 1.000 metros de altura, albergando espécies raras de fauna e flora, algumas em vias de extinção. O coberto vegetal é predominantemente constituído por urze e carqueja e, nas zonas de encosta, por pinheiros, carvalhos, medronheiros e azevinho. Para além do rio Caima, nascem nesta serra múltiplos ribeiros que desaguam nos rios Paiva e Arda. Na sua vasta extensão encontram-se 17 dos 41 geossítios do Arouca Geopark, nomeadamente a Frecha da Mizarela e as Pedras Parideiras. Apesar de ser uma zona com muita afluência turística nos meses de verão, é considerada uma das melhores zonas do litoral norte para observação de aves de montanha.

SERRA DA ARADA
A serra da Arada tem 20 Km de comprimento e 15 Km de largura, atingindo em S. Pedro do Sul a altitude máxima de 1.057 metros. Serve, em parte, de linha divisória das bacias dos rios Paiva e Vouga. É uma região de grandes contrastes, de relevo áspero e imponente. Ao austero planalto, onde só florescem os matos rasteiros, contrapõem-se os profundos vales encaixados, atapetados de espesso arvoredo, por entre o qual correm rios rebeldes e tumultuosos.
Architecture sacrée

Capela de Sto. Amaro de Regoufe

Sem data de construção mas que foi objecto de renovação há alguns anos atrás, situa-se na entrada da povoação junto ao ribeiro. Festeja-se o Sto. Amaro no dia 15 de Janeiro.
Waypoint

aldeia de Regoufe

A origem de povoados nesta região é anterior à fundação da nacionalidade, e mesmo ao domínio romano, pois em 1946 foi encontrada em Regoufe uma pulseira de ouro de grande beleza, testemunha desses tempos. Regoufe é hoje uma pequena aldeia serrana, harmoniosamente enquadrada no vale da ribeira de Regoufe com os seus regadios verdejantes. No entanto, chegou a ter uma população de mais de 500 habitantes na época áurea da exploração mineira; a industrialização trouxe, para aqui, luz elétrica, telefone, estradas e posto de socorro, mas também doenças e poluição das terras e das águas.
Pont

Ponte sobre a ribeira de Regoufe

panoramique

Panorâmica da aldeia de Regoufe

arbre

'esculturas' naturais (árvores)

panoramique

Panorâmica das Minas de Regoufe

COMPLEXO MINEIRO DA POÇA DA CADELA (MINAS DE REGOUFE) - Desde o início do séc. XX que os «Manifestos de Minas» declararam numerosas áreas de interesse metalífero na região de Regoufe, e a 9 de janeiro de 1915 é concedido o alvará de exploração, para a designada «Mina de Regoufe» ou «Poça da Cadela» ao cidadão francês Gustave Thomas. O jazigo de W-Sn de Regoufe situa-se no bordo sudeste do plutonito granítico homónimo, onde a volframite é a mineralização mais frequente, apesar da ocorrência de alguma cassiterite. Ocorrem ainda alguns sulfuretos, como a arsenopirite, a esfarelite e a pirite, bem como, outros minerais de menor relevância como a bismutite, limonite, escorodite, autunite e bindheimite. Entre os minerais silicatados que suportam a mineralização destaca-se o quartzo, seguido de alguma moscovite, berilo e apatite. No ano de 1941, foi constituída a principal empresa de exploração de W-Sn em Regoufe, a Companhia Portuguesa de Minas, que funcionou essencialmente com capitais e administração britânicos. Ficou conhecida como a «Companhia Inglesa» e a ela se deve importantes melhoramentos na região, como a abertura de estrada a partir da Ponte de Telhe, a instalação de eletricidade e telefone nas minas. Contudo, os menores investimentos efetuados pela «Companhia Inglesa» comparativamente à «Companhia Alemã» ficaram a dever-se ao facto de os ingleses explorarem o volfrâmio não por necessidade direta da matéria-prima mas para bloquearem o acesso dos alemães à mesma. A mina da «Poça da Cadela» possui uma área de exploração de W-Sn de cerca de 57 ha e integra tanto as instalações técnicas e administrativas, como as residências e diversas entradas de galerias. Foi a concessão mais rentável da área mineira de Regoufe, que se encontra «imortalizada» por múltiplas galerias e escombreiras espalhadas por toda esta região. Este polo mineiro encontra-se bem demarcado espacialmente da aldeia agrícola tradicional homónima, da qual dista poucas centenas de metros. As ruínas monocromáticas de granito surpreendem pelo estado de abandono e destruição, conferindo a este local um estranho sossego, apenas entrecortado pelo vento e por um ou outro rebanho de cabras, que por vezes agitam as encostas e espantam o silêncio. O núcleo do complexo mineiro, onde as construções curiosamente alternam com as bocas de diversas minas, encontra-se disposto em anfiteatro à volta de uma área relativamente plana por onde correm uma pequenas linhas de água que drenam as galerias. Do lado Norte e Nordeste, concentram-se as instalações técnicas e administrativas, destacando-se o edifício de dois andares onde funcionaram os escritórios, o qual dominava uma espécie de largo ou de praceta superior, envolvido por diversas construções espalhadas pela encosta e destinadas a oficinas, central elétrica, armazéns, entre outras. As instalações da lavaria, sucessão de tanques e maquinaria dispostas na encosta, são praticamente as últimas do complexo, a Sudoeste. No lado oposto, a Nascente, a maior parte das construções tinham carácter residencial, destacando-se sobretudo o «bairro» de pequenos compartimentos, alinhados em notória extensão e dispostos em dupla plataforma, que constituíam as «casas dos mineiros». Por último, é ainda possível identificar as instalações sanitárias, o «clube», a «venda» e até uma pequena cavalariça.
Carrefour

Cruzamento de caminhos

Ponto de intersecção dos caminhos para Regoufe, Portal do Inferno, Drave e lugar do Pêgo.
panoramique

Panorâmica das aldeias do Candal e Covelo de Paivô

CANDAL - Beneficiado pela acessibilidade privilegiada que lhe proporciona a Estrada Nacional, Candal é muitas vezes considerada a mais desenvolvida das aldeias serranas e uma das mais visitadas. Aos seus habitantes de sempre é comum juntarem-se ocupantes de férias e fins-de-semana que aqui acorrem em busca de ar puro e boa companhia. COVELO DE PAIVÔ - É uma aldeia que preserva a sua essência rural com pastagens verdejantes e gado a percorrer as ruas ao fim do dia. A formosa igreja paroquial de S. Pedro é um templo barroco construído na primeira metade do século XVIII sendo, provavelmente, a reconstrução de um edifício preexistente. Daqui sai um trilho esculpido nas fragas e que acompanha o rio Paivô até à aldeia de Regoufe. As grandes lajes que acamam o caminho estão marcadas com profundos sulcos resultantes dos incontáveis carros de bois que outrora aqui passaram. PÓVOA DAS LEIRAS Aldeia situada numa encosta de acentuado declive, desenvolvendo-se em socalcos agrícolas. Tem a particularidade de, em conjunto com a Aldeia de Candal, formar um anfiteatro. As habitações caracterizam-se pela predominância de xisto e a agricultura pela cultura de regadio, com destaque para o milho, sendo a criação de gado bovino, atividade complementar.
panoramique

Panorâmica das 'Montanhas Mágicas'

Montanhas Mágicas é o nome que se dá ao conjunto das Serras de Montemuro, Arestal, Freita e Arada. São 7 os municípios que fazem parte deste território encantado. Arouca, Castelo de Paiva, Castro Daire , Cinfães, São Pedro do Sul, Sever do Vouga e Vale de Cambra.
panoramique

Panorâmica de Drave

Col de montagne

Portal do Inferno e panorâmica da 'Garra'

O Portal do Inferno é um local de passagem estreita no planalto da Arada que se ergue entre dois vales escarpados no xisto e que drenam em sentidos opostos. Virados para noroeste, o vale de Covas do Monte fica à direita e o vale de Drave à esquerda, oferecendo vistas vertiginosas de incomparável beleza que alcançam desníveis superiores a 400 metros. Este é um geossítio do Arouca Geopark que nos permite descobrir os relevos abruptos causados pela geodinâmica extrema em substrato xistento. A garra resultou deste fenómeno, e corresponde à erosão de linhas de água a rasgar a escarpa da montanha. Não longe daqui podemos ainda observar uma imensa dobra, resultante das forças tectónicas que elevaram esta montanha. Os afloramentos rochosos são locais muito interessantes para a vida, já que a rocha obriga a uma especialização que, ao longo do tempo, origina endemismos, – espécies que apenas existem nestes locais. Este é o caso do pólio-das-rochas, espécie rupícola restrita às montanhas do norte de Portugal que prospera nestes ermos.O lobo-ibérico e a toupeira-de-água são algumas das espécies de mamíferos ameaçadas que vivem nestes vales. Entre as aves, destaque para o altivo falcão-peregrino e para o melro-das-rochas que aproveitam esta paisagem escarpada para nidificar. Finalmente, podemos aqui observar o discreto escorpião que tem, como território de caça e abrigo, as rochas que caracterizam este local.
panoramique

Panorâmica da aldeia de Covas do Monte

A aldeia de Covas do Monte é uma Aldeia de Portugal aninhada no vale que dá para o rio Deilão. A aldeia fica no sopé da montanha e oferece um passeio único por entre as suas ruas estreitas e sinuosas e o aglomerado de casas, quase todas construídas em xisto e com telhado de lousa. Os seus habitantes têm um rebanho comunitário com mais de mil cabras que todos os dias vão pastar ao monte.
Rivière

Travessia da ribeira de Palhais

AVISO: neste local a ribeira foi entubada e a sua travessia efetua-se através de um caminho de terra. No entanto, as chuvas destruíram grande parte desta passagem, deixando apenas um pequeno "espaço" para atravessar. E, se assim continuar, muito em breve esta passagem estará completamente destruída e a ribeira terá que ser atravessada a vau.
panoramique

Panorâmica da Serra e Ermida de São Macário

A serra de São Macário atinge os 1054 metros de altitude e constitui um magnífico ponto de observação das serras e vales das Montanhas Mágicas® a Este e Norte, e as serras do Caramulo e da Estrela a Sul. É de salientar a vista que se tem do vale do Deilão, delimitado pelas cristas quartzíticas que terminam precisamente neste local e que se prolongam desde Valongo, rasgando a terra com relevos abruptos ao longo da sua passagem. Estes quartzitos são ainda testemunhas da vida que ocorreu nos oceanos há cerca de 480 milhões de anos, tendo ficado gravado nas rochas as marcas de trilobites e outros animais que por ali andavam (icnofósseis). No cimo da serra, são ainda frequentes dobras que resultaram das mesmas forças que levantaram e moldaram estas montanhas. O alto de São Macário é um local extremo, com espécies muito características de montanha, como o saramago-das-rochas e o pólio-das-rochas, endemismos portugueses que crescem nas fragas das montanhas do centro e norte de Portugal; já o melro-das-rochas alegra o planalto com as suas cores vivas e o alho-amarelo aproveita as pequenas acumulações de terra entre as fragas para crescer, pincelando de amarelo vivo o cimo agreste destas montanhas. Junto a Macieira, há ainda um notável conjunto de castanheiros centenários, com mais de cinco séculos cada um, provando assim a ancestralidade da ocupação destas terras. A lenda de São Macário relata a história de um homem que, por acidente, matou o seu pai vindo a refugiar-se, até ao fim dos seus dias, no cimo da serra, onde se alimentava de ervas e gafanhotos e se penitenciava dia e noite, ganhando assim fama de santo. Foi por isso erguida no local a ermida de São Macário e, mais tarde, outra capela, sendo as duas muito visitadas aquando da romaria a São Macário que ainda hoje se celebra no fim do mês de julho.
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Panorâmica da 'Garra'

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Ribeira de Palhais

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Travessia da ribeira de Palhais e início do Trilho do Sol

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Casa abrigo (Biblioteca)

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Lagoas de Drave

As lagoas de Drave resultam da confluência de duas ribeiras: a ribeira de Palhais, que nasce nas imediações do Portal do Inferno, a nordeste de Drave; e a ribeira da Bouça, que vem do alto da Arada, a este de Drave. As lagoas constituem uma série de poços escavados na rocha que se podem descobrir ao longo da ribeira de Palhais (também chamado de rio da Drave) até ao rio Paivô, numa paisagem soberba pautada por grandes desníveis onde o xisto domina. No promontório entre as duas ribeiras encontra-se a aldeia mágica de Drave, uma aldeia desabitada que guarda toda a beleza da arquitetura típica das aldeias de xisto de montanha. Estes vales remotos são refúgio de raridades tão diversas como a fugidia toupeira-de-água, o lobo-ibérico ou o feto-labiado-peludo que aproveitam, respetivamente, os ribeiros de águas claras, os bosques de folhosas, e os afloramentos termófilos para prosperar. Os castanheiros antigos, de vários séculos, provam a ancestralidade deste povoamento. Para aqui chegar, só mesmo a pé a partir deste local, ou da aldeia de Regoufe, através do percurso pedestre da Aldeia Mágica (PR 14), que aproveita o antigo caminho esculpido na rocha que ligava estas duas aldeias.
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Panorâmica de Drave

Waypoint

aldeia de Drave

Drave é uma aldeia desabitada numa cova entre as Serra da Freita, Serra de São Macário e Serra da Arada, integrada no Geoparque de Arouca e situada na União das Freguesias de Covelo de Paivô e Janarde, Concelho de Arouca, Distrito de Aveiro, Diocese de Viseu. É uma aldeia típica em que as casas são feitas de pedra, denominada pedra lousinha, sendo a sua cobertura de xisto. Os arruamentos são irregulares. A aldeia é muito isolada e sem traços de modernidade: não é acessível de carro, e a aldeia mais próxima, Regoufe, fica a 4 quilómetros. Não tem electricidade, água canalizada, saneamento, gás, correio, telefone e a rede de telemóvel é escassa (apenas MEO). Também não há lojas, logo o dinheiro não tem utilidade, nem relógios na aldeia. Para os que por ela se deixaram encantar, Drave é a «Aldeia Mágica», protegida pelas montanhas. Um mistério sublime, por desvendar. Sem eletricidade, água canalizada, gás, correio, telefone e telemóvel apenas a espaços, a «Aldeia Mágica» tem, por outro lado, o encanto das casas de xisto a contrastar com o caiado da capela, o murmúrio das águas da ribeira que por ali passa, o canto dos pássaros, o voo livre dos insetos. Para aqui chegar, há que percorrer um trilho de cerca de 4 quilómetros, desde Regoufe (PR14: Aldeia Mágica). Desabitada desde 2009, tem beneficiado, desde 1992, da intervenção do Centro Escutista, na reabilitação de alguns edifícios. Drave é, assim, a Base Nacional da IV Secção do Corpo Nacional de Escutas, reconhecida, desde 2012, com o selo SCENES de excelência (Scout Centres of Excellence for Nature and Environment – Centros Escutistas de Excelência para a Natureza e o Ambiente), o único reconhecimento deste tipo na Península Ibérica, num total de apenas 13 centros escutistas mundiais. BASE NACIONAL DA IV DO CNE - Em 2003 o Corpo Nacional de Escutas abriu na Drave a sua Base Nacional da IV, uma centro escutista para caminheiros (escuteiros entre os 18 e os 22 anos). Com forte componente ambiental e espiritual, este centro é já uma referência mundial, pertencendo às redes SCENES e GOOSE. O CNE adquiriu cerca de 1/3 da aldeia em 1995 e começou os trabalhos de reconstrução em 2001 durante uma actividade denominada ROVER 2001. Hoje em dia este centro recebe anualmente milhares de caminheiros portugueses e estrangeiros que não só participam nas actividades de reconstrução e manutenção da aldeia, como também noutras actividades aproveitando o retiro e o isolamento que a aldeia proporciona. A BNIV é gerido por uma equipa de gestão e por uma equipa de staff que acompanham permanentemente a aldeia e que organizam anualmente actividades como o EPHATA, o TALITHA KUM, o SOL A SOL, e o DRAVIM entre outras. Em 2016 o centro passou a ser designado como Drave Scout Centre. CAPELA DE N. SRA. DA SAÚDE DE DRAVE - Edificada em 1851, destaca-se no restante do casario escuro do xisto, por ser a única pintada de branco e com uma cobertura de telhas. Anualmente, realiza-se no dia 15 de Agosto, a festa em honra a padroeira que se resume a uma celebração duma missa.
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Ponte sobre a ribeira de Palhais

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Ponte sobre a ribeira de Palhais, o ribeirinho e o ribeiro da Bouça

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Lagoas de Drave

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Lagoas de Drave

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Lagoas de Drave

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Lagoas de Drave

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Lagoas de Drave

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Lagoas de Drave

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Travessia: intersecção da ribeira de Drave com o rio Paivô

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Lugar do Pêgo

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Cascatas no rio Paivô

Rivière

Curvas do rio Paivô

O rio Paivô é um local paradisíaco de paisagens deslumbrantes onde a natureza mostra toda a sua beleza. O rio Paivô, a que alguns chamam de rio “Paivó”, nasce na serra da Arada, desaguando na margem esquerda do rio Paiva, a jusante da aldeia da Paradinha. Este tem cerca de 20 km, e conta com diferentes nascentes localizadas entre o Portal do Inferno e a aldeia de Cabreiros, na cumeada da serra da Arada. No verão, as margens deste rio são muito procuradas pelos banhistas, já que este tem águas transparentes e frescas, ideais para dar um bom mergulho. Nas suas margens também é possível encontrar os tradicionais moinhos de água para moer a farinha para a broa. Mesmo junto à aldeia de Covelo de Paivô, um magnífico poço espera-nos na curva do rio. Mais a jusante, outros poços motivam uma visita mais aturada ao rio Paivô, multiplicando-se as piscinas naturais e as lagoas de Ponte de Telhe. Neste troço do rio, o granito é a rocha dominante, surpreendendo a beleza dos seixos redondos no leito do rio e os grandes blocos de curvas suaves que se equilibram periclitantemente nos penhascos junto ao rio. O rio Paivô é um importante refúgio de vida selvagem abrigando, no seu vale, uma alcateia de lobos que se refugia nas regiões menos humanizadas da serra para criar. As águas transparentes são habitat de barbos, trutas, bogas e escalos, e mesmo a fugidia toupeira-de-água aqui prospera; o melro-de-água aproveita as inúmeras quedas de água e rápidos para caçar; já a salamandra-de-pintas-amarelas e a salamandra-lusitânica procuram alimento nos bosques que ladeiam este rio. Junto ao rio, a vegetação ribeirinha inclui amieiros, freixos, salgueiros e herbáceas, como o hipericão-do-gerês e a erva-pombinha. O aderno, que aqui forma bosquetes, aproveita os locais mais termófilos e chega a ser dominante junto à foz, enquanto o feto-labiado-peludo apenas se dá nas lajes das encostas termófilas viradas a sul.
Waypoint

Linha de água (ponte destruída)

Carrefour

Cruzamento de caminhos

panoramique

Panorâmica da aldeia de Covelo do Paivô

panoramique

Panorâmica da aldeia de Regoufe e Minas de Regoufe

Rivière

Poldras sobre a ribeira de Regoufe

fountain

Fontanário em Regoufe

Provisioning

Café em Regoufe

2 commentaires

  • Photo de Caminhantes

    Caminhantes 6 mars 2019

    I have followed this trail  View more

    Olá João!
    Bom trabalho, que dá a conhecer um magnifico trilho. Parabéns!
    Grande abraço.

  • Photo de João Marques Fernandes (CSM)

    João Marques Fernandes (CSM) 7 mars 2019

    Olá Joaquim! Com efeito, foi uma alternativa bem interessante para ir a Drave. É um percurso paisagisticamente deslumbrante. E a saída de Drave, contornando sempre a ribeira de Palhais até ao rio Paivô, foi uma surpresa inesquecível. Recomendo mesmo!! Obrigado pela avaliação. Um grande abraço!!!

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